Lisboa, 1966. Uma investigação da Polícia Judiciária revela uma rede de prostituição de menores que envolve figuras centrais da elite política, económica e social do regime. A partir de material forense, o filme constrói uma narrativa onde a investigação policial, a memória e a reconstituição histórica se entrelaçam.
Adaptado do livro O Processo das Virgens, de Amadeu Lopes Sabino, o projecto propõe um cinema de memória activa, articulando interrogatórios, memórias e fragmentos de arquivo para atravessar dois tempos: o passado do Estado Novo e o presente.